Quarta-feira, 24 de Junho de 2009

Autárquicas e legislativas

Assembleia Municipal

Parece que não existe um consenso, relativo às datas em que as respectivas eleições se irão realizar.

O PSD quer qure sejam no mesmo dia, os outros partidos querem datas diferentes.

Em relação à hipotese de se realizarem em datas diferentes, não há nada a dizer.

Se foram no mesmo dia surgem estes problemas:

Haveram duas mesas de voto?

Se houverem, têm que hexistir dois cadernos eleitorais, ou uma pessoa poderá votar duas vezes numa das eleições.

Caso contrário, a cada eleitor serão dados quatro boletins de voto, o que é obra.

Vamos agora imaginar que, os eleitores "embalam" a escrever as cruzes, o seja o que escolhem no primeiro boletim, escolhem nos outos todos.

Sabendo que, nas autárquicas, as escolhas são diferentes das que se fazem nas legislativas, os resultados iriam ser influenciados por este novo factor. piorando o facto de saber que os portugueses gostam de despachar as coisas.

Agora compreende-se porque é que o PSD quer as duas eleições no mesmo dia, mas caso as pessoas comecem pelos boletins das autárquicas, têm o caldo entornado. 

 


rabiscado por João Rodrigues Ferreira às 22:22
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8 comentários:
De the_spy a 24 de Junho de 2009 às 23:16
Eu creio que o PSD quer é entrar no Guiness com o maior numero de eleições simultâneas...
Abraço


De João Rodrigues Ferreira a 24 de Junho de 2009 às 23:58
Bem, o máximo que podem juntar são quatro, a não ser que inventem mais algumas!!!
Um abraço.


De MissAna a 24 de Junho de 2009 às 23:46
Que sejam no mesmo dia! Assim a lavagem cerebral é toda feita duma vez!


De João Rodrigues Ferreira a 25 de Junho de 2009 às 00:00
Para quem vota em branco é fácil.
Mas quatro cruzes de seguida cansa.


De Lynce a 25 de Junho de 2009 às 11:08
E o que esperas que mude se porventura as eleições não se realizarem no mesmo dia? Só vejo uma mudança, os cofres sem fundo do Estado ficarem ainda mais vazios. Gostava de saber quanto custa aos bolsos dos contribuites cada acto eleitoral.


De João Rodrigues Ferreira a 25 de Junho de 2009 às 17:02
Isso é de facílima resolução:
Divide-se o custo da campanha pelo número de eleitores, achado esse valor, cada partido,por cada voto pagará esse mesmo valor.
Isto tem pelo menos duas vantagens, uma é a do financiamento não ser feito pelos contribuíntes, outra é a de sobrar sempre muito dinhiero, por causa das abstenções, votos brancos e nulos.


De Lynce a 27 de Junho de 2009 às 10:17
Boa ideia. Mas... quem financia os partidos politicos, sabendo nós que eles não têm receitas próprias, ou se têm, são insuficientes? Quem acaba por se fecundar, com um F do tamanho de Torrei Eiffel, é sempre o mesmo.


De João Rodrigues Ferreira a 27 de Junho de 2009 às 15:04
Inventa-se uma nova lei: cada político tem de entrar com uma importância proporcional ao seu rendimento(pode-se tirar logo, juntamente com o IRS).
Aqui resolve-se tudo!


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